Ulisses Rabaneda diz que serviços prestados ocorreram exclusivamente durante sua atuação como advogado e dentro da legalidade.
O conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ulisses Rabaneda, negou qualquer participação em um suposto esquema investigado pela Polícia Federal e afirmou que sua atuação ocorreu exclusivamente no exercício da advocacia, antes de assumir o cargo no CNJ.
Em nota divulgada após seu nome aparecer relacionado às investigações, Rabaneda declarou que todos os serviços profissionais foram prestados dentro dos limites legais e sem qualquer vínculo com eventuais irregularidades posteriormente investigadas.
Defesa reforça atuação profissional
Segundo o posicionamento divulgado, os trabalhos mencionados ocorreram antes de sua nomeação ao Conselho Nacional de Justiça e fazem parte de atividades típicas da advocacia.
A defesa também afirma que não existe qualquer acusação formal relacionada ao exercício de sua atual função pública.
Investigações seguem em andamento
As autoridades continuam analisando documentos e contratos relacionados aos fatos investigados.
Até o encerramento das apurações, não há decisão judicial que atribua responsabilidade criminal ao conselheiro.