Polícia Civil continua reunindo provas para esclarecer o crime e definir a dinâmica dos acontecimentos.
O homem investigado pelo assassinato de um policial militar permaneceu em silêncio durante o depoimento prestado à Polícia Civil. Apesar da opção garantida pela legislação brasileira, as investigações prosseguem e trabalham, até o momento, com a hipótese de motivação passional para o crime.
Segundo os investigadores, o silêncio do suspeito não impede o andamento do inquérito. A apuração segue baseada em provas técnicas, depoimentos de testemunhas, perícias e demais elementos reunidos durante a investigação.
Direito constitucional

A Constituição Federal assegura ao investigado o direito de permanecer em silêncio durante interrogatórios, sem que essa decisão possa ser interpretada como confissão de culpa.
Por esse motivo, a Polícia Civil concentra seus esforços na produção de provas independentes para esclarecer completamente o caso.
Hipótese ainda será confirmada
Embora a principal linha investigativa seja um possível crime motivado por questões pessoais, a polícia ressalta que todas as circunstâncias continuam sendo analisadas.
Somente ao término do inquérito será possível confirmar oficialmente a motivação do homicídio e a eventual responsabilização criminal do investigado.
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