Mulher acusa vizinho de prédio de pegar gato e deixá-lo em rodovia para morrer

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Gato sumiu após ser roubado em condomínio - Crédito: Reprodução/ Arquivo familiar

Uma mulher de 39 anos, atendente de telemarketing, moradora em um condomínio no Jardim Universitário, em Dourados, acusa o vizinho do prédio que reside de ter pegado o gato dela e abandonado no Anel Viário. Após isso, o animal morreu atropelado no local, conforme ela.

Ela procurou o Dourados News e disse que diante do sumiço do animal, chamado “Fofinho” reuniu provas e identificou que o homem foi o responsável pelo fato.  Ela fez boletim de ocorrência do caso, no dia 27.

A mulher disse que o animal sumiu na sexta-feira (23) e no sábado (24), ela pediu ao morador, que também é síndico do prédio, o qual acusa para ver as imagens de segurança do local. Ele sinalizou positivamente, mas só mostrou alguns trechos de imagens.

Suspeitando de algo de errado, diante da ação do síndico, a mulher disse que procurou a empresa responsável pelas câmeras de segurança do prédio e então, conseguiu imagens que mostravam o gato.

Conforme vídeo de câmeras de segurança, o homem se aproxima do animal, pega ele e põe na caçamba de uma pick up e posteriormente fecha o compartimento e sai com o carro do local.

Ainda conforme a mulher, ela conseguiu rastrear o trajeto do carro e a indicação é que ele teria ido para uma rodovia. Ela foi até esse local citado e disse ter encontrado o Fofinho já sem vida, com sinais de atropelamento.

Com as informações levantadas, ela procurou o síndico que segundo ela, diz não se lembrar de nada, alegando ainda ter problemas psicológicos.

Ele inclusive apresentou à mulher um laudo médico, o qual indica que trata de CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde) G 40.8, que se refere a “outras epilepsias”. O atestado é datado em 2018.

O documento afirma que o síndico “encontra-se em tratamento neurológico, fazendo uso de associações de anticonvulsivantes”, diante da “frequência das crises e dos riscos permanentes de acidentes imprevisíveis”, com a recomendação da “continuidade do afastamento das atividades que exerce”.

Indignada com o fato, a mulher diz ter denunciado em busca de que o autor sofra alguma sanção.

“As pessoas tem que entender que isso dá problema, dá cadeia, não pode sair por aí fazendo isso. Não tem justificativa o que ele fez”, apontou.

Ela fala ainda em conscientização das pessoas sobre o fato e afirma que nesse intuito, decidiu procurar a imprensa e tornar pública a situação, apesar de que “nada vai trazer a vida do bichinho de volta”.

 

Fonte: Dourados News

 

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