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Síndico Legal > Judiciário > Casal que mandou matar advogado Renato Nery se torna réu por homicídio qualificado
Judiciário

Casal que mandou matar advogado Renato Nery se torna réu por homicídio qualificado

Por Redacão Sindicolegal Publicados 24 de julho de 2025
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3 Min. de Leitura
Foto: Reprodução
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O juiz da 14ª Vara Criminal de Cuiabá, Francisco Ney Gaiva, acolheu o pedido feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) para que o casal de agricultores Julinere Goulart Bentos e Cesar Jorge Sechi seja incluído como réu na ação penal que tramita na Justiça referente ao assassinato do advogado Renato Gomes Nery. A decisão é da segunda-feira (21), e o magistrado também deferiu o pedido de retificação de trechos da acusação inicial.

Com a decisão, tornam-se réus e passam a responder por homicídio qualificado, por motivo torpe, uso de meio que resultou em perigo comum e recurso que dificultou a defesa da vítima, com agravante por a vítima ser idosa, além de associação a organização criminosa.

Conforme a denúncia apresentada pelos promotores que integram o Núcleo de Defesa da Vida da Comarca de Cuiabá, Julinere e Cesar atuaram como mandantes do crime: ela, como autora intelectual e coordenadora do assassinato; e ele, como autor intelectual e responsável pela coordenação financeira do homicídio.

O advogado Renato Gomes Nery, então com 72 anos de idade, foi assassinado a tiros em frente ao seu escritório em 5 de julho de 2024, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá.

As investigações revelaram que o homicídio do advogado foi produto da atuação de uma estrutura criminosa organizada, com junção de múltiplos agentes, divisão de tarefas e finalidade específica de obter vantagem mediante a prática de infrações penais graves.

A organização apresentou clara estruturação em núcleos operacionais distintos: Núcleo de comando: composto pelos mandantes Julinere Goulart Bentos e Cesar Jorge Sechi, vinculados aos interesses econômicos contrariados pela vitória judicial da vítima na disputa fundiária; Núcleo de intermediação: Jackson Pereira Barbosa (intermediário principal), Ícaro Nathan Santos Ferreira (fornecimento de arma e repasse de pagamento) e Heron Teixeira Pena Vieira (coordenador operacional).

Além disso, também foi identificado o núcleo operacional: Heron Teixeira Pena Vieira (coordenador) e Alex Roberto de Queiroz Silva (executor); e o núcleo de obstrução: responsável especificamente pela ocultação posterior da arma do crime mediante sua inserção em contexto forjado, e por outras ações destinadas a dificultar as investigações.

O pedido de aditamento foi assinado pelos promotores de Justiça Rinaldo Segundo, Vinicius Gahyva Martins e pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos. Eles também promoveram a retificação do tópico que trata da participação do policial militar Ícaro Nathan Santos Ferreira.

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Redacão Sindicolegal 24 de julho de 2025
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