Síndicos e administradoras já devem ficar atentos às despesas previstas para 2019

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Para estabelecer a previsão orçamentária, ela deve ser aprovada na Assembleia Geral Ordinária, realizada anualmente nos condomínios

 

Rio – Nessa época do ano, os condomínios já começam a se organizar para a previsão orçamentária, essencial para determinar o valor da cota condominial. Esse planejamento financeiro precisa ser tratado com muita importância e elaborado com cuidado pelos síndicos e administradoras de edifícios.

“A previsão orçamentária serve como um planejamento das atividades financeiras do condomínio. Nesse planejamento, é definido o destino de recursos financeiros para estabelecer um valor fixo, geralmente obtido mediante a aplicação de percentual sobre as despesas em determinado período”, explica a consultora condominial Simone Ramos.

 

Orçamento definido por voto

Para estabelecer a previsão orçamentária, ela deve ser aprovada na Assembleia Geral Ordinária, realizada anualmente nos condomínios. Porém, caso o empreendimento esteja com desequilíbrio financeiro, o assunto pode ser tratado em uma Assembleia Geral Extraordinária, em qualquer época do ano. O orçamento é definido pelo voto da maioria dos presentes.

Yuri Vicente, síndico profissional de um condomínio no Recreio, Zona Oeste do Rio, ressalta que o planejamento orçamentário fundamental para o sucesso de uma gestão condominial. Sem isso, a verba destinada para os gastos pode ser comprometida. “Em dezembro deste ano, já começamos a realizar alguns levantamentos e a conversar com fornecedores para reduzir contratos”, explica.

 

 

 

Analisar todos os gastos

Para que a previsão orçamentária seja feita de maneira correta, é necessário analisar todos os gastos. “Ela deve se basear em pontos, como inflação, dissídio coletivos dos empregados de condomínio, férias e 13º salário, concessionárias e manutenções”, enumera Paulo Codeço, coordenador de uma administradora. Segundo os especialistas, é recomendado discriminar os gastos em dois grupos: estimativas em despesas fixas mensais e a arrecadação prevista. Em seguida, é preciso apresentar o documento em forma de uma planilha eletrônica.

O síndico profissional Yuri Vicente diz que observa o histórico do condomínio, considerando gastos anteriores, para fazer projeções e avaliar as necessidades. “Vejo se serão feitas aquisições de bens, obras, contratações de funcionários e faço levantamento dos contratos fixos para verificar o índice de reajuste”.

Durante a elaboração do orçamento, os síndicos podem contar com a ajuda das administradoras para a criação de uma planilha. “A administradora precisa auxiliar o síndico na apresentação e ajudar na aprovação do índice de reajuste necessário para o cumprimento dos compromissos financeiros assumidos pelo condomínio”, ressalta a consultora Simone Ramos.

 

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Fonte: O dia IG

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