Prefeitura e síndicos definem regras de segurança para condomínios

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síndicos definem regras de segurança para condomínios
Reunião entre síndicos e representantes da Prefeitura (Foto: Divulgação /Prefeitura de Campo Grande) Leia mais em: http://www.diariodigital.com.br/plantao-saude/prefeitura-e-sindicos-definem-regras-de-seguranca-para-condominios/195174/

A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Gestão Urbana, se reuniu com síndicos de condomínios e administradoras para discutir regras de convivência durante o período da pandemia.

Campo Grande tem mais de 1,2 mil condomínios, tanto vertical quanto horizontal, de diversas complexidades: baixa, média e alta.

Há condomínio com elevador, condomínios sem elevador, apenas com escadas. Condomínios de alta e de baixa densidade líquida, ou seja, de pessoas convivendo juntas. Por isso, é tão importante que haja regramento.

 

 

Síndico do Residencial Castelo de Luxemburgo, Helder Lacerda Oliveira, diz acreditar que ainda haja a necessidade de manter o fechamento de áreas comuns. “Entendendo que o condomínio é residência e não clube de lazer.

Entendemos a necessidade de muitos, porém prefiro pecar no excesso do que me arrepender ao flexibilizar”, diz o síndico. O secretário Municipal do Meio Ambiente e Gestão Urbana, Luís Eduardo Costa, concorda. Ele explica que Campo Grande tem 35 mil km de área, deste total, 17 mil são de vazio urbano, então temos uma densidade baixa.

 

 

Contudo, dentro dos condomínios é preciso regramento para que possa proteger as pessoas que convivem diariamente, e ao mesmo tempo, precisam lidar com a Covid-19.

“Destes 35 mil hectares têm quase 900 mil pessoas convivendo. Na mesma área em São Paulo tem 8 milhões de pessoas. Então temos uma realidade diferente. Mas nos condomínios a densidade aumenta”, pondera.

 

 

Para auxiliar neste processo, de estabelecer regras, a Prefeitura, por meio da Agetec, desenvolveu uma ferramenta para tratar as informações que vão fornecer os números para as tomadas de decisões. “Então vamos promover o uso dessa ferramenta para que sejam inseridos os dados, os cadastros, acompanhamento diário para que o município possa ajudar.

É uma gestão compartilhada, de construção do regramento, senão não funciona. Tem que ser fácil de ser realizado pelo conjunto de pessoas, e um deles é o sindico.

Os síndicos têm uma responsabilidade não só cível, como criminal, assim como as administradoras, e vamos apoiá-los não só com normativas como com decretos”, diz Eduardo Costa.

O diretor-presidente da Agetec, Paulo Cardoso, explica que a triagem on-line traz informações importantes aos órgãos que definem as medidas em relação à doença.

“Quem participa ajuda a Prefeitura a definir a melhor estratégia. Nesta segunda etapa vamos oferecê-la gratuitamente a ferramenta para empresas e instituições”, finaliza Paulo Cardoso.

 

Fonte: Diário Digital

 

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