Prédio tinha manutenção ruim e excesso de reformas, diz ex-moradora de edifício que desabou em Fortaleza

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Reprodução

A farmacêutica Gabriela Gomes Alves, de 33 anos, saiu no ano passado do prédio de sete andares que desabou hoje em Fortaleza, no bairro Dionísio Torres, mas ainda guarda boas lembranças do edifícios em que viveu por três anos.

“Um prédio pacato, de maioria de aposentados. Boas pessoas. Estou nervosa por não saber notícias deles”, contou há pouco à coluna.

Segundo Gabriela, o prédio tinha manutenção ruim e um problema que preocupava moradores: o excesso de reformas nos apartamentos, com muitas paredes sendo quebradas para adaptar imóveis.

 

“A gente sempre comentava que havia muitas reformas, apartamentos modificados. No meu andar, o morador quebrou paredes para transformar um apartamento em dois e alugar. Não sei se isso contribuiu para o desabamento, mas nos preocupava. Também reclamávamos com o síndico de que a manutenção do edifício era ruim”.

(…)

 

Fonte: Dario do centro do Mundo

 

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