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Síndico Legal > Notícias > Janaina pede ação urgente do STF contra decreto que amplia terra indígena em Brasnorte
NotíciasPolítica

Janaina pede ação urgente do STF contra decreto que amplia terra indígena em Brasnorte

Por Redacão Sindicolegal Publicados 19 de novembro de 2025
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4 Min. de Leitura
Foto: Câmara de Cuiabá
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A deputada estadual Janaina Riva (MDB) reagiu ao decreto publicado nesta terça-feira (18) pelo governo federal que amplia a demarcação de terras indígenas em Mato Grosso. A medida atinge diretamente o município de Brasnorte, onde está situada a Terra Indígena Manoki, do povo Irantxe-Manoki, e amplia o território em 250.539 hectares.

Durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, Janaina classificou o decreto como “um claro desrespeito ao marco temporal”, ressaltando que a Lei 14.701 estabeleceu limites justamente para evitar situações como a enfrentada agora pelo município. A parlamentar destacou que a decisão da União contraria, inclusive, entendimento vigente no Supremo Tribunal Federal, já que uma liminar permanece em vigor sobre o tema.

“São mais de 250.000 hectares naquela região, em áreas onde há produtores há mais de 30 anos. É um absurdo ver um aumento desse tamanho por decreto, passando por cima de famílias que constroem a economia local”, afirmou. Ao citar o município de Brasnorte, Janaina alertou que tanto os proprietários das terras quanto o próprio município serão afetados, com impactos diretos na arrecadação e na receita corrente líquida.

A deputada defendeu que a Assembleia Legislativa acione a Procuradoria da Casa e busque, junto ao STF, a suspensão imediata do decreto. Para ela, o tema precisa ser levado urgentemente ao ministro Gilmar Mendes, relator das ações que discutem o marco temporal. “Não podemos aceitar que novas demarcações avancem à revelia da lei. É necessário restabelecer a segurança jurídica”, disse.

Em entrevista à imprensa, Janaina reforçou que a preocupação não é apenas com os produtores, mas também com os territórios indígenas já existentes. Segundo ela, antes de ampliar áreas, o governo federal deveria garantir condições dignas às comunidades que hoje enfrentam carências graves. “Os povos originários passam fome, não têm autonomia para trabalhar em suas próprias terras, enfrentam doenças e limitações impostas pela Funai. Por que ampliar territórios quando os que já existem não recebem o cuidado necessário?”, questionou.

A parlamentar afirmou ainda que a ampliação territorial, além de prejudicar centenas de famílias que produzem há décadas, desorganiza a economia local. “Um município que perde áreas produtivas perde arrecadação, compromete sua receita e inviabiliza investimentos planejados. Não é apenas a vida do produtor que é afetada, mas toda a estrutura pública que depende desses recursos”, afirmou.

Janaina declarou que já pediu ao presidente da CCJ, deputado Eduardo Botelho, e ao presidente da Assembleia, Max Russi, que conduzam as medidas jurídicas cabíveis. O objetivo é acionar o STF e pedir esclarecimentos sobre a nova demarcação, uma vez que, segundo ela, havia sido determinada a suspensão de qualquer avanço até decisão final da Corte.

“A Assembleia não vai se calar. Vamos agir juridicamente, ao lado da AMM e de todas as lideranças locais, para defender a população de Brasnorte e também o próprio povo indígena, que merece ser respeitado e ter o direito de produzir dentro dos seus territórios”, afirmou.

A parlamentar reiterou que o episódio representa mais uma tentativa de intervenção federal sobre áreas consolidadas em Mato Grosso. “É nosso dever defender quem trabalha, quem sustenta a economia dos municípios e do estado. Não podemos aceitar avanços desse tipo contra produtores e contra a própria lei”, concluiu.

Assessoria

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