O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou na quinta-feira (22) o “Conselho da Paz”. Cerca de 60 países foram convidados a integrar a iniciativa. Desses, ao menos 23 já aceitaram o convite, e seis rejeitaram.
O Conselho da Paz é uma estrutura criada por Trump para atuar na manutenção da paz e na reconstrução da Faixa de Gaza. A iniciativa também pode atuar em outros conflitos internacionais no futuro.
Desde que Trump anunciou o conselho, diplomatas vêm dizendo que a medida pode enfraquecer as Nações Unidas como um todo.
De acordo com uma cópia do estatuto do conselho obtida pela agência Reuters, Trump terá mandato vitalício como presidente do grupo.
Países que desejarem um assento permanente precisarão pagar US$ 1 bilhão (R$ 5,3 bilhões). Os recursos serão administrados por Trump.
Países mais alinhados a Trump, como Argentina e Israel, estiveram entre os primeiros a anunciar adesão ao conselho. Por outro lado, nações europeias veem a iniciativa com preocupação. O Brasil ainda avalia a proposta.
Segundo a agência de notícias Bloomberg, a Itália foi convidada para ser um dos países fundadores, mas ainda não respondeu ao convite do governo americano.
G1







