Os riscos das festas na propagação da Covid-19

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Jovens se divertindo e dançando em casa
Jovens se divertindo e dançando em casa

A pandemia do corona vírus tem tirado o sossego de muita gente. Mas o que as pessoas não prestaram atenção é que muitos dos surtos da COVID-19 que aconteceram tiveram como ponto inicial as celebrações familiares.

Basta uma pessoa infectada para propagar a doença por diversas regiões, tendo em vista que segundo informações dos órgãos de Saúde do mundo todo, toda a superfície que essa pessoa tocar poderá ter sido contaminada.

 

 

O começo dos surtos

As autoridades perceberam que os surtos locais da doença surgiram após festas ou grandes celebrações, sejam elas familiares ou não, em espaços abertos ou até mesmo ao ar livre. As pessoas não conseguem se manter distantes dos amigos e parentes, não conseguem evitar os beijinhos, os abraços, as danças, as conversas na roda. São muitos costumes que os seres humanos possuem, e não conseguem se controlar nem mesmo em tempo de pandemia.

Diversos casamentos aconteceram pelo mundo, no começo da pandemia, e segundo relatos, foram eventos que desencadeado alguns surtos de Covid-19. E não foram só os casamentos, como aniversários, celebrações religiosas, festas, carnaval e festivais também foram propagadores do vírus. E é sempre dessa forma: uma situação que resulta  em dezenas de casos, e a partir daí, outras centenas de pessoas passam a ser contagiadas, e dão continuidade à propagação do corona vírus.

 

 

Alguns países ainda estão mantendo proibidos os eventos de grande porte, mas mesmo assim, os pequenos eventos como, bares, clubes, reuniões particulares ainda são perigosas, pois as regras de distanciamento e higienização nem sempre são obedecidas.

As pessoas continuam busca do se encontrar, procuram a companhia de amigos e familiares, vão a eventos esportivos e culturais. Logo mais chegará o Natal e o Ano Novo, e as pessoas não aguentam mais esse período de ‘isolamento social’. E agora com o retorno das chuvas em algumas regiões fica mais difícil de manter a população em lugares abertos e arejados.

O que dizem os especialistas?

De acordo com especialistas, um infectado transmite a doença para um número grande de pessoas. Mas a pessoa infectada não tem culpa, pois muitas vezes ela ainda não sabe que já contraiu a doença, portanto acaba colocando em risco a vida de outras pessoas sem saber. Isto é, o infectado pode transmitir a doença para muitas pessoas sem ainda nem ter começado a sentir os sintomas.

Segundo algumas pesquisas, muitas pessoas não apresentam sintomas, ou se tiverem são bem leves, é assim fica difícil de perceber que estão infectados e que podem contagiar mais pessoas. Por outro lado, existem pessoas que tem predisposição para disseminar o vírus, e já outras parecem que são totalmente oposto. Isso varia de acordo com o sistema imunológico de cada pessoa e de como o vírus se comporta no corpo.

 

 

O que acontece é que mesmo estando no 6º mês de pandemia, com isolamento social declarado no país, o corona vírus ainda é cheio de mistérios. Não é à toa que existem muitas informações cruzadas, que acabam deixando as pessoas perdidas e inseguras. O mais certo a se fazer é continuar mantendo a calma, ter paciência, se cuidar, seguir as recomendações básicas de saúde e higienização, utilizar máscaras e álcool em gel, evitar aglomerações, o máximo que puder. E não menos importante, cuide do próximo também!

Redação Síndico Legal: Toheá Ranzeti

 

 

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