O síndico é responsável pela valorização do patrimônio

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O síndico é responsável pela valorização do patrimônio

Para quem mora em condomínio é normal analisar que o prédio ou conjunto seja um investimento, um bem, um patrimônio.

De uns tempos para cá, os imóveis se tornaram a aplicação mais procurada pelas pessoas que queriam investir seu dinheiro.

Comprar um imóvel passou a ser uma forma eficiente e segura para se proteger dos sobes e desces da economia, e também dos riscos das aplicações financeiras ou até mesmo das oscilações da bolsa de valores.

No Brasil também existe a ideia de que um imóvel ‘ninguém pode roubar’. Devido isso, a responsabilidade do síndico em manter ou melhorar o valor do patrimônio de cada condômino passou a se tornar mais importante, pois é o síndico que está à frente da administração do condomínio, e é ele quem toma as decisões pelo empreendimento de forma geral.

Apesar do imóvel ser um grande investimento, e o de menor risco, um dos grandes fatores que preocupam esses investidores é o desfavorecimento do produto.

Conforme o tempo passa, as unidades vão depreciando, por conta do desgaste, ou até mesmo por algumas tendências do mercado imobiliário.

 

 

O setor passou a se tornar mais instável, e além do mais, com o rápido crescimento das cidades, e seu desenvolvimento, fez com que um bairro que era considerado de alto padrão, deixe de ser tão bem localizado.

Algumas mudanças também na vizinhança contribuem para essa desvalorização. Por exemplo, se inaugurar uma boate ou um bar na região do condomínio, e esse comércio ficar aberto até muito tarde, fará com que o empreendimento perca valor.

Outro ponto da desvalorização é a questão da estrutura, por exemplo, prédios antigos, construídos há muito tempo, cujas as instalações correspondiam as necessidades da época, e que hoje já se tornaram muito ultrapassadas. Alguns prédios não possuem se quer estrutura para receber cabos de TV e internet.

 

 

Alguns não possuem vagas de garagem o suficiente, ou não possuem elevadores, ou até mesmo não possuem áreas comuns de lazer.

Esses imóveis ficam impossibilitados de competir com o preço dos empreendimentos mais modernos, portanto acabam que se tornam desvalorizados.

 

 

O síndico não tem muita responsabilidade quanto a esses fatores. Ele pode ajudar para que o problema fique menos pior, cuidando da aparência física, evitando a desvalorização, pois depende desse olhar do síndico para poder conseguir pensar em reformas, e cuidar para que o imóvel se atualize e receba reformas dentro do possível.

 

 

Se o síndico entender que as despesas periódicas com manutenção e preservação do patrimônio são investimentos, e que acaba não sendo um gasto desnecessário, ele passará a entender e visualizar uma melhor valorização do condomínio. Mas infelizmente não é o que costuma acontecer.

Normalmente existe uma falta de planejamento, e reformas mal feitas, o que ocorre muitos acidentes. Isso tem refletido muito hoje em dia, na quantidade de desastre que tem acontecido, onde prédios antigos, com instalações precárias, estão cedendo, destruindo famílias inteiras.

O síndico deve e precisa se atualizar, e oferecer melhorias para o condomínio, não só pela valorização do patrimônio, mas pensando também no bem estar e na vida dos condôminos.

Toheá Ranzeti – Redação Síndico Legal

 

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