O que levar em consideração na hora de contratar um síndico profissional

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Nem todo mundo tem conhecimento suficiente e está preparado para atuar como síndico, afinal, é o personagem mais importante em um condomínio.  E para quando não tem morador que queira assumir tal responsabilidade, aí que entra o síndico profissional.

Existe a proposta de regulamentar a profissão de síndico. O PLS 348/2018, do senador Hélio José (Pros-DF), propõe, caso o síndico não seja morador do condomínio, é necessário que ele possua habilitação profissional certificada pelo Conselho Regional de Administração, mas, se for condômino, a exigência é dispensada.

O projeto estabelece ainda que, se houver suspeita de irregularidades na gestão, será necessária a assinatura de 25% dos moradores para a realização de uma assembleia destinada a analisar as contas e destituir o síndico.

A atuação tem ganhado bastante destaque ultimamente, mas quais as vantagens de contratar um síndico profissional?

 

  • OBRIGAÇÕES

 São as mesmas de um síndico morador. A rotina do prestador de serviço se divide entre duas situações: visitas e planejamento. As visitas ao condomínio costumam ocorrer semanalmente, conforme o acordo feito na contratação. Já os momentos de planejamento são feitos no escritório ou casa do profissional.

  • CONTRATAÇÃO

Ocorre igual a de um síndico morador: através de reunião e votação da assembleia. Após isso, é assinado o contrato de prestação de serviços que determina as horas e condições de trabalho, remuneração e prazo de encerramento da prestação de serviços.

 

  • QUANTO CUSTA?

Não há uma tabela com piso salarial, a remuneração deve ser estipulada levando em consideração alguns fatores:

Número de unidades do condomínio;

Número de visitas ao condomínio necessárias por semana;

Quantidade de áreas comuns e de lazer;

Tamanho da equipe de funcionários;

Valor da taxa condominial.

O quanto ganha um síndico profissional pode ficar entre R$1.500 mil a R$ 4 mil mensais, sendo possível chegar a R$ 10 mil por mês em alguns casos.

A regulamentação da profissão divide opiniões. Para alguns administradores e síndicos, a aprovação de uma lei para aperfeiçoar a gestão dos condomínios vem trazer mais segurança e qualidade tanto para os síndicos como para os moradores.

Para outros, a proposta é improdutiva já que a atividade já está prevista no Código Civil. Mas uma coisa é certa e tem o aval de todos: a atividade exige capacitação frente à responsabilidade e às inúmeras tarefas atribuídas aos síndicos.

O importante na hora de contratar é saber referência do profissional.

Geiseane Lemes – Redação Síndico Legal


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