Nova realidade nos condomínios: o que acontece no ‘novo normal’.

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Nova realidade nos condomínios: o que acontece no ‘novo normal’.
Setor imobiliário deve assistir a uma série de novidades.

Estabelecimentos falidos, parques fechados, bares, restaurantes e academias com novas medidas de funcionamento. Essas já são algumas das novas realidades, porém, outros setores ainda vivem de incertezas, como é o caso do imobiliário.

A flexibilização da quarentena nas cidades pressiona cada segmento a buscar soluções para o ‘novo normal’.

Para Rafael Lauand, CEO e co-fundador da LAR.app, administradora de condomínios que usa tecnologia para levar transparência, economia e eficiência para o mercado, embora o cenário seja sensível, o setor deve assistir a uma série de novidades que podem ser boas no ponto de vista da inovação.

“Veremos novos edifícios de moradia serem construídos, já que pessoas que residem em locais mais afastados devem se mudar para os grandes centros.

Por outro lado, famílias com crianças ou com vulneráveis devem trocar os condomínios na cidade para casas no interior como medida de isolamento. Já os prédios comerciais, permanecerão por mais tempo vazios devido a adesão ao home office”, explica o especialista.

O medo de circular em locais de grande aglomeração como é na maioria dos transportes públicos também dará uma nova perspectiva ao setor, já que os consumidores poderão buscar locais mais seguros, como é o caso dos condomínios, que por sua vez terão preços mais atrativos, devido às consequências econômicas do vírus no mercado imobiliário.

A nova realidade dos condomínios também deve seguir às recomendações da cidade, como na restrição de áreas úteis, valorização da infraestrutura digital, uso da máscara, higienização das mãos e dos espaços públicos, agendamento para utilização das áreas comuns, controle de lotação do elevador, mudança em regras de convivência e também em aspectos sanitários, como na retirada de lixo.

“As mudanças que já estamos vendo devem nos acompanhar até meados do ano que vem. Por isso, este momento também serve de alerta para que os condomínios repensem a sua gestão e refaçam seus planejamentos colocando a segurança sanitária como prioridade máxima”, avalia o especialista.

Com a nova realidade, o setor passará por mudanças econômicas, nos preços de moradias e condomínios, de comportamento do consumidor e na estrutura do mercado. Além disso, novos hábitos no dia a dia do condomínio devem permanecer.

“Aqui os síndicos e as administradoras têm um papel fundamental, pois devem planejar as regras de um condomínio, já que a própria flexibilização está em nossas mãos. Por isso, ocupamos um cargo de protagonistas na mudança do setor e na inovação. A comunicação e o cuidado com a saúde devem prevalecer neste momento”, finaliza Lauand.

Fonte:Viva o Condomínio
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