Mês da mobilidade urbana e seus questionamentos

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Mês da mobilidade
Mês da mobilidade

É do conhecimento de muitas pessoas que praticar exercício faz bem à saúde. Mas para outros, a informação de que a caminhada pode ser a melhor opção para o bem-estar físico e mental pode ser novidade. Em primeiro lugar, praticar a caminhada acaba sendo não só boa para o corpo e mente, mas também para o bolso, como resultado acaba economizando também. E, no mês da mobilidade vamos falar sobre a capacidade das pessoas de se locomoverem.

Cada ano que passa, o mês de setembro traz diversas atividades que procuram conscientizar a população sobre a importância da mobilidade, portanto levanta diversas discussões como a função dos meios de transportes e a relação deles com as pessoas, desde os benefícios até os prejuízos, tanto sociais como ambientais.

 

Bicicletário
Bicicletário

O que é Mobilidade Urbana?

Mobilidade urbana é um conceito que cada vez mais tem sido utilizado para falar sobre algumas situações que acontecem no dia-a-dia das pessoas, por exemplo, os tempos longos de espera nos pontos de ônibus, os longos congestionamentos no horário de pico, e a dúvida entre ir caminhando ou ir de bicicleta. Portanto, as condições dessa escolha vão além de optar por um deslocamento, e a principal delas é que as consequências devem ser pensadas de forma coletiva, que ultrapassam as necessidades individuais.

Consequentemente, os caminhos mais fáceis são os que podem beneficiar mais pessoas. Em outras palavras, mobilidade é o conjunto de escolhas, sociais e econômicas, feitas durante a construção das cidades, independentemente de onde elas estejam, e que permitem que as pessoas tenham conforto e outras acessibilidades enquanto estão num ônibus, ou como passageiros de um carro num trânsito lento, ou até mesmo através de um computador numa folga do home office. Além disso, chega-se a conclusão, que mobilidade tem muito a ver com localização, que não é simplesmente física, mas social também.

 

Seu Histórico Familiar

Se for puxar a sua história familiar, você irá descobrir que seus ancestrais eram pessoas que se deslocaram por quilômetros, se mudando de cidade em cidade, estados e até países, procurando melhores oportunidades, moradia e qualidade de vida. Em suma, as oportunidades que eram procuradas são empregos, melhor educação, melhor ambiente para morar, que fazem parte da Constituição Federal, desde 1988.

O fato da distribuição de forma desigual dessas oportunidades é o principal motivo que leva as pessoas a se mudarem de cidades, muitas vezes bem longe da sua cidade natal. E, algumas vezes, essa busca incessante pela qualidade de vida acaba sendo constante,  parecendo não acabar nunca, pois o desejo de grande parte das pessoas são melhores condições de vida.

Localização disputada

Atualmente, com a localização bem disputada, onde quem ganha é quem tem condições de pagar mais, as pessoas estão se movimentando muito mais, os bairros estão sendo transformados, e, acima de tudo, transformando as cidades. A mudança tem sido tão grande que, em um ano as fábricas podem ser destruídas dando lugar às casas. Além disso, as casas podem ser derrubadas e dar lugar aos prédios. Uma prova disso são as placas de “vende-se” e “aluga-se” espalhadas nos imóveis das cidades constantemente.

 

Casal de esportes andando de bicicleta na floresta de verão
Casal andando de bicicleta

Como a transformação acontece?

A velocidade das mudanças é comandada pelo ritmo das transformações da redondeza. Por exemplo, o último anúncio de venda de imóveis que você viu, continham imagens e frases de efeito que destacavam a proximidade com oportunidades, na maioria das vezes diminuindo distância, e aproximando vantagens como infraestruturas de transporte, tais como: avenidas e ruas, estações de metrô, ciclovias, e etc. Da mesma forma, as oportunidades acabam agregando valor nos imóveis, aquecendo o mercado imobiliário.

Discussões sobre mobilidade urbana deveriam existir em todos os meses do ano. É preciso pensar em medidas que possam melhorar essa mobilidade urbana de forma coletiva. Desde o incentivo a meios de transportes mais descomplicados, como também proporcionar uma melhoria nos transportes públicos das cidades, oferecendo qualidade de vida para os seus habitantes.

Redação Síndico Legal: Tohea Ranzeti

 

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