Mercado de segurança em condomínios é promissor em 2019

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São inúmeras opções de produtos, tecnologias e serviços para condomínios residenciais. Porém, de acordo com estudos sobre ocorrências de roubos nesses locais, apenas equipamentos e serviços não são suficientes para garantir a segurança.

O mercado de segurança está otimista para 2019, 95% da indústria pretende lançar novos produtos em 2019, mesmo que para 46% dos entrevistados a carga tributária é ainda o principal desafio. Já é um dado estatístico que as pessoas procuram morar em condomínio pelo fator “Segurança”.

A sensação de insegurança dentro de casa fez aumentar o número em residências que investiram em sistemas de segurança nos últimos 12 meses, é o que indica a Pesquisa Nacional sobre Segurança Eletrônica, realizada pela SMG com exclusividade para a Abese (Associação Brasileira de empresa de sistema eletrônicos e segurança) com indústrias, distribuidores e prestadores de serviço de todo o país.

 

 

Na lista dos produtos mais trabalhados pelos prestadores de serviços estão os sistemas de alarmes com fio e sem fio – 89% e 74%, respectivamente; seguidos pelo Controle de Acesso, que compreende 71% dos serviços prestados e ainda Softwares (49%) e Rastreadores (25%).

Para os próximos três anos as principais apostas do segmento são:

  • Uso de aplicativos de segurança em dispositivos móveis com 94%
  • Plataforma na nuvem para integração de sistemas de hardware e software com 84%
  • Automação residencial integrada ao sistema de alarme com 81%
  • IoT com 80%
  • Serviços de auto monitoramento com 64%
  • Inteligência artificial com 63%, portaria remota com 60%
  • Sistemas de inteligência aplicada para análise de comportamento com 55% e monitoramento por áudio com 27%.

Diante das inovações, o síndico deve escolher um bom projeto de segurança e isso depende também da qualidade dos serviços da empresa contratada para a sua elaboração. É preciso procurar sempre empresas especializadas, ter referências e consultar a sua idoneidade financeira e seu histórico.

É necessário certificar-se de que ela garante a procedência dos equipamentos e serviços de pós-venda, como manutenção preventiva e corretiva.

Geiseane Lemes – redação Síndico Legal


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