Macaco invade apartamento e ataca criança em Araucária

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O macaco é da espécie bugio (Foto: Davis Santana)

O animal entrou pela sacada do apartamento, e atacou uma menina de um ano e dez meses; o caso aconteceu em Araucária, na região metropolitana de Curitiba

Na noite desta terça-feira (13), um macaco da espécie bugio entrou na casa de uma famíliapróximo ao horário do jantar e atacou uma das filhas dos moradores, uma criança de um ano e dez meses.

caso aconteceu em um apartamento em Araucária, ao lado do cemitério do bairro Boqueirão, na região metropolitana de Curitiba.

Macaco estava na região há quatro meses

De acordo com os pais da vítima, a criança estava na cadeirinha de alimentação quando o macaco entrou pela porta da sacada dentro do apartamento e jogou a cadeira com a bebê no chão.

A mãe, desesperada, pegou o macaco pela pelagem, e o jogou para fora da casa. No momento em que a mulher tentava tirar o animal da criança, ele acabou a mordendo no braço.

Criança teve ferimentos graves e vai passar por cirurgia

Ambas foram encaminhadas ao Hospital do Trabalhador para receberem atendimento, e a criança vai ter que passar por uma cirurgia reconstrutiva na face devido aos ferimentos que deixaram dois cortes extremamente profundos na cabeça e no rosto da menina.

Nota oficial

O RicMais entrou em contato com a Prefeitura de Araucária e com a Polícia Militar Ambiental, e a PM informou que a situação não é de responsabilidade do órgão, já que o batalhão não possui competência para retirar o animal da residência.

Além disso, a Força Verde afirmou que apenas pode fiscalizar e prevenir crimes ambientais. E que, quando um animal ataca uma pessoa, a responsabilidade de resolver a situação é do município, ou seja, deve ser feito pela Prefeitura de Araucária.

Dessa forma, o batalhão afirma que vai dar apoio a prefeitura, mesmo não sendo de sua responsabilidade, para localizar o animal. Segundo eles, a ideia é fazer uma busca no bosque ao lado do condomínio para tentar remanejar o animal para uma área mais adequada.

Em conversa por telefone com o síndico do condomínio, ele relatou que há 40 dias já pede providências aos órgãos responsáveis, e que todos dizem que o ocorrido não é de sua competência.

Até o momento, o animal não foi localizado.

Fonte: Ric Mais

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