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Síndico Legal > Judiciário > Sérgio Ricardo anuncia auditoria no Indea durante abertura de Câmara Temática na ALMT
Judiciário

Sérgio Ricardo anuncia auditoria no Indea durante abertura de Câmara Temática na ALMT

Por Redacão Sindicolegal Publicados 12 de agosto de 2025
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6 Min. de Leitura
Foto: Tony Ribeiro/TCE-MT
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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou nesta segunda-feira (11) uma auditoria no Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e apontou a desburocratização como caminho para impulsionar a agricultura  familiar no estado. O comunicado foi feito durante instalação da Câmara Setorial Temática (CST) da Assembleia Legislativa (ALMT) para discutir o desembargo ambiental no setor.

“Eu estou pedindo para o Indea a relação das multas dos últimos dez anos: quero saber quem foi multado e por que foi multado. Quero saber também dos perdões de dívidas nesse período, quais foram as dívidas que foram perdoadas. Essa é a função do Tribunal de Contas e é para isso que existe um presidente. A nossa obrigação é fiscalizar e dar transparência a essas informações”, afirmou o conselheiro.

Sérgio Ricardo também propôs rever normas e decretos que alteram leis, prejudicando a produção. “Decreto não pode mudar lei. Pedi hoje ao Indea e à Secretaria de Estado de Agricultura Familiar todas as alterações feitas nos últimos dez anos. Quero saber o que foi feito com leis aprovadas pela Assembleia e quais retaliações foram impostas ao pequeno produtor.”

Neste contexto, o presidente citou travas regulatórias impostas pelo Indea e pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). “Hoje, nós temos 130 mil processos de Cadastro Ambiental Rural nas gavetas da Sema. A Sema consegue resolver 1,6 processos por dia. Então, ela vai levar 130 anos para resolver esses 130 mil, se não entrar mais nenhum. E aí quem não é liberado é um produtor que está impedido de trabalhar.”

Além disso, ressaltou que o setor precisa de políticas de estado para avançar. “Quando digo política de Estado estou falando de política que não muda de um governo para o outro. Os pequenos não conseguem produzir, têm sua propriedade embargada, não conseguem licença para vender, não conseguem licença para transportar. Então, há que se discutir o pobre do estado, aquele que vive da pequena agricultura. Mato Grosso é um estado rico cada vez mais pobre.”

Na mesma linha, o deputado Valdir Barranco, autor da proposta que criou a Câmara Setorial Temática, destacou que hoje centenas de assentamentos respondem por infrações ambientais herdadas de gestões passadas ou de erros técnicos do processo de implantação. “O resultado é cruel: famílias inteiras impossibilitadas de acessar financiamentos e empurradas para a pobreza extrema. Não podemos aceitar que leis criadas para proteger o ambiente sejam distorcidas para esmagar quem menos polui e mais preserva.”

Com prazo de 180 dias para concluir os trabalhos, a Câmara vai reunir representantes de diferentes setores para buscar alternativas legais e sustentáveis que permitam a regularização de áreas embargadas, especialmente em assentamentos da reforma agrária, conciliando a retomada da produção com a preservação ambiental.

Durante a instalação da CST, o representante do Ibama em Mato Grosso, José Vespasiano, ressaltou que a solução para os embargos depende de uma ação articulada entre diferentes órgãos, com segurança jurídica e sem prejuízos ambientais. “Para que possamos ter uma solução definitiva, tem que haver a assinatura de um termo de cooperação com o Incra, com a Sema e demais órgãos institucionais. São situações, como embargos de 25 anos, que não podem mais ser admissíveis.”

Já o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin, reforçou a importância de regras diferenciadas para pequenos produtores no desembargo ambiental e criticou a falta de recursos para iniciativas que poderiam impulsionar a agricultura familiar. “O desembargo, principalmente para as pequenas propriedades, tem que acontecer de forma desburocratizada. Não pode seguir os mesmos ditames e as mesmas regras impostas para o médio e para o grande produtor.”

Ao relatar a situação de um assentamento da região de Bom Jesus do Araguaia, o vice-prefeito do município, Silvio Dantas, disse que o embargo afeta mais da metade do território e tem levado produtores a entregar suas propriedades para pagar dívidas. “Hoje, famílias honestas que estão lá assentadas estão entregando terra para os bancos, porque quando contraíram a dívida não estavam embargadas. Agora, com o embargo, não podem produzir nem vender, e a situação vira uma bola de neve.”

Também participaram da reunião a diretora da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), professora Rosa Neide; a defensora pública-geral, Maria Luziane Ribeiro; o promotor de Justiça Marcelo Vacchiano; e o superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Joel Machado de Azevedo, além de representantes da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagre), da Sema e do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), entre outros.

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Redacão Sindicolegal 12 de agosto de 2025
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