Jovem cria aplicativo para administração de condomínios

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Imagem: Reprodução
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Em 2018, o jovem Rafael Lauand, 28 anos criou um MVP (produto viável mínimo) e lançou no mercado a LAR.App, uma administradora de condomínios em forma de aplicativo. “Esse mercado é muito arcaico. As oportunidades eram evidentes para quem investisse em automatização.” Rafael testou o produto em prédios de amigos e familiares.

 

A LAR.app funciona como uma administradora com a finalidade de gerar economia e promete reduzir a burocracia e a papelada.

A busca por clientes de verdade começou em agosto passado. De lá para cá, a startup fechou contratos com dez condomínios e transacionou R$ 3 milhões. Ainda não dá lucro, mas esse não é o objetivo no momento. “Queremos ganhar escala e criar novos serviços”, diz Rafael.

A ferramenta oferece ao síndico a possibilidade de contratar um dos três planos diferentes com os serviços que são desenvolvidos por uma administradora de condomínio.

 

 

Até agora, foram investidos apenas R$ 100 mil na empresa. O segredo para gastar o mínimo foi formular um bom protótipo. “Antes de ganhar escala, é preciso ter certeza de que o produto e a tecnologia são bons. O truque é errar rápido e consertar rápido”, ele diz. Outro conselho é achar um nicho com pouca concorrência e muitos problemas. “Poucas coisas são mais chatas que uma administradora. Mas é um mercado de R$ 42 bilhões no Brasil — e não é difícil reinventar um negócio tão antigo”, ele conclui.

Os aplicativos podem funcionar de diferentes formas, variar de acordo com a finalidade de cada ferramenta. As diferenças podem estar na interface, na configuração de perfis, nas notificações etc.

Imagem: Reprodução

 

Tendência

Condôminos, síndicos e administradoras têm se unido via aplicativos especializados na administração de condomínios. E entre outros serviços, os aplicativos costumam oferecer:

(Com informações Revista PEGN)

 

E você, é a favor ao uso do aplicativo para administrar condomínio?

Geiseane Lemes – Redação Síndico Legal


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