Gestão de risco

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É frequente o síndico desconhecer ou negligenciar a necessidade de se fazer gestão de riscos, sendo o excesso de confiança o fomentador, potencializador do perigo, que pode acarretar graves acidentes. Estudiosos do assunto enfatizam que as causas principais são: falha humana, falha de projeto e acidente de sistema, como terremoto.

Nos condomínios destacam-se algumas situações e locais de risco, tais como:

  • Queda no chão molhado;
  • Objetos atirados das janelas;
  • Queda no fosso do elevador;
  • Excesso de peso no elevador;
  • Descarga elétrica dentro da casa de força;
  • Queda em buraco aberto em área comum; vão causado por deslocamento de grade de proteção;
  • Afogamento em piscina;
  • Playground;
  • Salão de jogos;
  • Azulejos quebrados dentro da piscina;
  • Falta de ralo adequado à piscina;
  • Desabamento do portão da garagem;
  • Pintura em geral;
  • Lavagem externas das janelas;
  • Dedetização das áreas comuns;
  • Troca de lâmpadas;
  • Retirada do lixo;
  • Produtos de limpeza inadequados, como ácido muriático;
  • Pode de árvores.

Para reduzir as possibilidades de acidentes e obter mais respaldo, o síndico deve adotar algumas medidas, entre as quais estão:

  • Contratar profissionais habilitados;
  • Exigir que conste no contrato cláusula que demonstre que o prestador de serviço avaliou o risco da obra ou manutenção, mesmo que pareça não existir nenhum perigo;
  • O profissional mesmo que autônomo, deve ter registro na Prefeitura, no INSS e no seguro de vida;
  • Cobrar o uso dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) dos funcionários e os prestadores de serviço;
  • Sinalizar os locais em manutenção ou reforma, impedindo que os moradores, principalmente as crianças, tenham acesso a eles.

Fonte: Revolucionando o Condomínio – Rosely Benevides de Oliveira Schwartz.


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