A taxa de condomínios brasileiros subiu acima da inflação. E, junto com essa alta, vem a dificuldade para pagar.
O Wagner Lemos é síndico profissional, mas também pode ser chamado de gestor de crises. É a missão dele cobrar quando tem morador devendo condomínio nos 18 prédios que ele administra em Belo Horizonte.
“Ninguém gosta de ser cobrado, né? Então aí que começa o estresse entre os moradores. Porque quem está pagando vai ter que pagar a conta de quem não está pagando”, diz.
A inadimplência de taxas condominiais superior a 30 dias no Brasil chegou a quase 12% no primeiro semestre de 2025. O maior índice desde 2022.







