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Síndico Legal > Notícias > MPE pede cassação da chapa do prefeito de Chapada dos Guimarães por compra de votos
Notícias

MPE pede cassação da chapa do prefeito de Chapada dos Guimarães por compra de votos

Por Redacão Sindicolegal Publicados 29 de novembro de 2025
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3 Min. de Leitura
Foto: Reprodução
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O Ministério Público Eleitoral pediu a cassação da chapa que reelegeu o prefeito de Chapada dos Guimarães (43 km de Cuiabá), Osmar Froner (União Brasil), apontado em investigação que apura compra de votos nas eleições de 2024. O pedido também alcança o vereador licenciado e secretário de Governo, Gilberto de Mello (PL), considerado aliado próximo do prefeito.

A ação, proposta pela ex-candidata a prefeita Fabiana Nascimento (PSDB), tramita na 34ª Zona Eleitoral em segredo de Justiça. O Ministério Público afirma que as provas reunidas na fase de instrução indicam a existência de uma estrutura organizada para aliciar eleitores por meio de pagamentos em dinheiro, promessas de vantagens e coleta de dados de famílias inteiras. Segundo o órgão, o esquema teria sido conduzido por coordenadores ligados aos candidatos e pelo empresário Guilherme Henrique de Oliveira Costa, apontado como operador financeiro da campanha.

De acordo com o processo, Guilherme foi posteriormente nomeado diretor-geral do Sistema Autônomo de Água e Esgoto, o que, para o Ministério Público, caracterizaria uma forma de recompensa.

No documento apresentado nesta quarta-feira, o Ministério Público sustenta que Osmar Froner, Gilberto Mello e Carlos Eduardo teriam se beneficiado de um cadastro de eleitores associado à promessa de pagamentos. O texto cita gastos não declarados e pagamentos atribuídos a Guilherme, considerados incompatíveis com as prestações de contas apresentadas.

A investigação teve início após denúncia de uma ex-vereadora, que entregou ao Judiciário mais de cem fichas manuscritas com dados pessoais de eleitores, cópias de documentos e anotações. Embora o material reunido indique um grande volume de cadastros, a ação aponta que apenas quatro pessoas foram formalmente contratadas pela campanha, todas por meio do vereador Gilberto Mello. Para o Ministério Público, isso indica finalidade distinta da informada oficialmente.

A denúncia também registra que um dos envolvidos declarou ter recebido três mil reais por seus serviços e distribuído sessenta e sete mil reais em espécie a eleitores. A quebra do sigilo bancário de Guilherme Henrique apontou movimentações consideradas incompatíveis com as contas oficiais, incluindo saques de cinquenta mil reais e transferências a pessoas mencionadas como parte do suposto esquema.

Diante das inconsistências financeiras e das informações reunidas, o Ministério Público solicitou nova perícia técnica nos extratos, contratos e mensagens anexadas ao processo. Caso o juízo não determine as diligências adicionais, o órgão pede a cassação dos diplomas dos envolvidos e a decretação de inelegibilidade por oito anos.

O Ministério Público requer o reconhecimento dos crimes previstos no artigo 41-A da Lei 9.504 de 1997, que trata da captação ilícita de sufrágio, e do artigo 30-A, que aborda gastos ilícitos de campanha, além de abuso de poder político e econômico. O pedido inclui multa conforme a legislação eleitoral e declaração de inelegibilidade pelo prazo legal.

Chris Cavalcante/Da Redação

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