Garoto de 18 anos faz próteses gratuitas para cães deficientes

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Garoto de 18 anos faz próteses gratuitas para cachorros deficientes

Alejandro Colli, é um jovem de apenas 18 anos, mas ele já ajudou os animais mais do que muitas pessoas. O garoto usa uma impressora 3D para montar montar próteses para cães com deficiência.

Sua intenção é apenas ajudar, e ele faz com muito amor e carinho, nunca pedindo nada em troca. Todos os seus projetos estão sendo compartilhados no Twitter e já viralizaram nas redes sociais.

Quando Alejandro estava prestes a terminar o último ano do ensino médio no Instituto Stella Maris em Lamus (Argentina), ele teve a ideia de comprar uma impressora 3D.

Garoto de 18 anos faz próteses gratuitas para cachorros deficientes

 

“Vi tutoriais no YouTube e fiz, era só para saber o que era, nunca levei isso como algo sério. Então eu percebi o que era capaz de fazer”, explicou o jovem.

 

 

Sua jornada começou fazendo moldes de biscoitos para doces, no qual fabricava para uma pequena empresa que os vendia e ganhava um dinheiro extra.

Logo após os moldes, Alejandro começou a fazer próteses para as patas dos cães, conseguindo ajudar eles a andarem novamente.

 

 

Geralmente, próteses feitas sob medida, demorariam cerca de um dia e meio para serem fabricadas, mas quando você as transfere para a impressora 3D, ela faz em cerca de 3 horas.

Algo muito curioso é saber que apesar de ter um preço elevado em diversos lugares, a prótese para animais tem um custo total de 10 dólares.

 

Garoto de 18 anos faz próteses gratuitas para cachorros deficientes

Surpreso de como as pessoas gostaram de seu projeto, ele diz:

“O que as pessoas agradecem é incrível. Ver um cãozinho voltar à caminhada normal é algo inestimável e sem mencionar a felicidade dos donos. Eles me agradecem, mas não precisam.”

 

Além disso, Alejandro começou a fabricar cadeiras de rodas, ele assumiu o desafio de novas possibilidades de devolver alguma felicidade aos cães e suas famílias com essas invenções incríveis, ele espera que no futuro conseguir uma impressora maior e também aumentar a produção, para assim ajudar mais.

 

 

“Já entreguei mais de 50 peças, tanto no país quanto no Panamá, México, Colômbia e Chile. Hoje, estou me concentrando mais em cadeiras de rodas adaptáveis, que são as mais difíceis e caras de fazer, porque exigem uma invasão por toda a coluna.”

 

Fonte: Portal do animal

 

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