Equipe inicia processo de demolição de prédio que desabou parcialmente

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Prédio que ruiu parcialmente será demolido aos poucos — Foto: Lívia Baral/G1

A demolição vai ser feita com uma máquina escavadeira que vai derrubar a alvenaria a partir do topo do edifício.

 

O processo de demolição do prédio que desabou parcialmente no Bairro Maraponga, em Fortaleza, no último dia 1º de junho, foi iniciado nesta quinta-feira (27).

A equipe de demolição está construindo uma espécie de rampa para dar acesso à máquina que vai executar a demolição. A demolição deve ocorrer nesta sexta-feira (28)

prédio teve a estrutura comprometida após a ruptura de algumas colunas de sustentação. Com o afundamento dos pilotis, como são conhecidos os pilares, parte do imóvel afundou, deixando o prédio inclinado e com as paredes rachadas, correndo risco de desabar a qualquer momento.

O momento em que parte da estrutura desaba foi filmado por moradores. Não houve feridos.

“O processo inicial é a questão da mobilização de máquinas e de material, para que a escavadeira alcance o topo do edifício. A gente precisa desse acesso pra que ela venha a fazer a demolição”, explica o gestor do plano de demolição, Mateus Henrique.

Prédio corre risco de desabar totalmente — Foto: Divulgação

A escavadeira tem um alcance de sete a oito metros, enquanto o prédio mede nove metros de altura, sendo necessário, portanto, construir a rampa de acesso.

A demolição vai ser feita com a máquina derrubando a alvenaria a partir do topo do edifício.

A possibilidade de implosão foi descartada, já que no interior do prédio ainda há materiais inflamáveis, gás de cozinha e carros abastecidos com gasolina e outros combustíveis.

De acordo com a Defesa Civil de Fortaleza, o plano de demolição apresentado pelos proprietários do prédio foi aprovado.

O órgão e os responsáveis tiveram uma reunião nesta manhã.

A Defesa Civil afirmou, ainda, que vai isolar uma área maior no entorno do prédio nesta sexta-feira (28), para evitar possíveis consequências.

Além disso, vai acompanhar a demolição para notificar os responsáveis no caso de alguma avaria nas casas vizinhas.

As 16 famílias que moravam no local estão abrigadas em casas de parentes após evacuação de emergência do prédio.

Fonte: G1

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