Empresários lançam drone terrestre para entregar compras dentro de condomínios

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Equipamento funciona como um robô e é resultado de dois anos de pesquisa
Equipamento funciona como um robô e é resultado de dois anos de pesquisa

As máquinas da ficção científica já viraram realidade no Brasil e serviram de inspiração para empreendedores do Rio de Janeiro, que usam drones para entregas de comida e produtos de e-commerce.

A startup de Thiago Calvet e três sócios decidiu investir em drones terrestres, focando no mercado de condomínios.

 

 

O robô entregador, também chamado de drone terrestre, é resultado de dois anos de pesquisa. O investimento foi de R$ 1,2 milhão no software e na fabricação de 25 unidades.

“Ele é um robô que funciona num software baseado em geolocalização. A gente faz uma pré-programação das rotas daquele condomínio e o robô, num período de tempo, dependendo do condomínio, aprende todas as rotas e todos os pontos de entrega”, explica Thiago.

O uso é indicado para condomínios em que a portaria esteja, pelo menos, a 150 metros de distância da casa do morador.

Patrícia Bernardino é gerente de uma incorporadora que resolveu testar o produto em um condomínio de Nova Lima, em Minas Gerais. Ela conta que a estreia foi em uma semana bem apropriada.

 

 

“As pessoas aproveitaram que tava frio e queriam pedir delivery à noite e não queriam ter que andar, que descer no frio. É um diferencial que a gente quer colocar nos nossos empreendimentos”, explica.

Foram mais de cem entregas na primeira semana de teste. O robô anda a uma velocidade de 12 a 15 quilômetros por hora e tem um sensor para desviar de obstáculos como um carro, por exemplo. Ele é monitorado à distância por uma central de operação que funciona no Rio de Janeiro.

“O robô faz uma rota automatizada e se tiver que fazer, por exemplo, uma parada, ou alguma mudança de trajeto, o nosso operador, via 4G remotamente, consegue assumir o comando dele e fazer o caminho ou a alteração necessária de trajeto”, conta Thiago.

 

 

O equipamento entrega comida, remédios e mercadorias de até oito quilos. O aluguel mensal varia de R$ 2,5 mil a R$ 8 mil, de acordo com o tamanho do condomínio.

Para Thiago, além da comodidade, a pandemia aumentou a procura pelo serviço e ele quer chegar a São Paulo e Rio de Janeiro.

“A gente está com a meta de chegar a 500 condomínios até a metade do ano que vem. Chegando nisso, estruturando uma operação que funcione, que rode bem, a gente pretende também estender para shoppings e centros comerciais”, prevê o empresário.

Fonte: g1

 

 

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