Dividindo o lar: Coliving em condomínios

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Dividindo o lar: Coliving em condomínios

Não é de hoje que muitos brasileiros têm aderido a ideia de compartilhar o mesmo lar com amigos ou até mesmo desconhecidos, prova disso são as famosas pensões dos tempos mais remotos e as repúblicas universitárias de hoje em dia.

A pratica do compartilhamento tem se tornado uma realidade no mundo, prova disso são as empresas STARTUP que mudaram o comportamento da sociedade com tecnologias que compartilham carros, hospedagem, entre outros.

Não seria diferente com a moradia. Um estudo feito pelo Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas apresentou que mais de 50% da população paulistana aceitariam viver em residências compartilhadas, sendo por curto ou longo prazo.

 

 

O COLIVING é um modelo de moradia compartilhada que esta em alta em lugares como Nova Yok, Londres, e outras metrópoles, onde os moradores, geralmente inquilinos, possuem quarto exclusivo, mas o restante da casa é compartilhado, seja com conhecidos e até mesmo estranhos, dividindo espaços como sala, cozinha, sacada, varanda e até banheiro.

Essa alternativa surgiu como uma possibilidade para quem procura por boas moradias, porém precisa economizar.

No Brasil o COLIVING ficou mais conhecido durante a Copa do Mundo de 2014, quando nosso país foi sede do evento, e os brasileiros precisaram acolher e abrigar os turistas do mundo todo, já que os hotéis não tinham o número de leitos suficiente para suprir um evento tão grandioso.

 

 

E desde então, tem se tornado uma realidade cada vez mais comum na nossa sociedade.

Esta realidade não demoraria a chegar nos condomínios, tendo em vista que grande parte dos brasileiros escolhem viver em empreendimentos que oferecem um pouco mais de segurança, conforto e lazer.

Assim, as pessoas que escolhem dividir seus apartamentos com outras pessoas, veem o COLIVING como uma moradia compartilhada, a fim de dividir os custos, podendo usufruir de um ambiente moderno, divertido, mais protegido, e muitas vezes até com determinados luxos e confortos que não seriam possíveis de serem arcados por alguém morando sozinho. Dividindo os custos a realidade econômica muda.

 

 

Além do fator econômico, outro benefício importante de viver em apartamentos compartilhados é a ‘socialização’.

A oportunidade de conhecer e conviver com pessoas novas, aumentando o ciclo de amizades, e assim, menos pessoas vivendo sozinhas, e se sentindo tristes, afastando a solidão, e consequentemente a depressão.

 

 

Toheá Ranzeti – Redação Síndico Legal

 

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