Condomínios investem em hortas e até em um mini mercado para que os moradores evitem ir a supermercados

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Condomínios investem em hortas e até em um mini mercado para que os moradores evitem ir a supermercados
Ideias surgiu por causa do isolamento social. Espaços que estavam ociosos acabaram ganhando novas funções pelas iniciativas.

Um condomínio da capital implantou um mini mercado para que os moradores façam as compras sem sair de casa.

O projeto foi construído no térreo do residencial. O local que até então não tinha utilidade agora possui uma prateleira, máquina de cartão de crédito com leitor de código de barra e algumas câmeras. É possível adquirir comidas, bebidas e produtos de higiene e limpeza. A ideia surgiu como forma de prevenção à Covid-19.

Umas das moradoras, Samara Guedes, conta que a ideia facilitou a vida de quem está em isolamento social e precisa ir ao supermercado “Não gasta com combustível, não tem estresse do trânsito, isso é um conforto e uma praticidade que todo mundo busca no seu dia-a-dia.

Nós nos sentimos mais protegidos pelo fato de não precisar estar saindo de casa e se expondo ao risco de estar indo aos supermercados e enfrentar filas”, disse.

A ideia surgiu por meio de uma reportagem que o síndico viu em um telejornal. “Eu vi uma reportagem sobre um condomínio que implantou esse mercadinho em Curitiba. Em Palmas a gente não tem serviço e seria interessante se tivesse, então fui pesquisar nas redes sociais e achei uma empresa que estava implementando esse projeto aqui em Palmas.

Eles acharam que era interessante a proposta por causa do número de unidades que o condomínio possui. A gente procurou um espaço que atendesse essa demanda e achamos o térreo que estava inutilizado, mas que agora está com uma serventia muito grande para os moradores“, destacou Frederico Tavares.

Outros condomínios também estão investindo em ideias que facilitem a vida dos moradores que estão em isolamento social. É o caso de um residencial, também em Palmas, que decidiu construir uma horta nos fundos do local.

Até agora são nove canteiros. Inicialmente é cobrado um valor de R$ 2 para ajudar, mas a ideia é oferecer o alimento de graça. A administração do condomínio pretende dobrar a quantidade de canteiros para conseguir alimentar as cerca de 600 pessoas que moram lá.

“De início estamos cobrando o valor de R$ 2 para manter a horta do residencial e futuramente a gente tem a intenção de não cobrar. A gente vai viver com o fundo arrecadado pelo condomínio para arcar com essas despesas que são baixas.

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