Condomínios devem evitar assembleias e adotar cuidados adicionais contra coronavírus

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Condomínios devem evitar assembleias e adotar cuidados adicionais contra coronavírus
Condomínios são local de intensa movimentação de pessoas e precisam de medidas de higiene firmes para evitar transmissão do coronavírus

Intensificação da limpeza da entrada e de elevadores, suspensão de reuniões de condomínio e alteração de horário de serviço são algumas medidas contra o coronavírus

A Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC) divulgou no dia 16 circular às suas filiadas com orientações contra o avanço do novo coronavírus em condomínios.

Uma das principais recomendações é que os síndicos dos empreendimentos adiem a convocação de assembleias ou reuniões presenciais, conforme recomendação dos órgãos de saúde para evitar aglomerações de pessoas.

 

 

A associação também orienta os empreendimentos a intensificar a limpeza no percurso de chegada dos moradores, com atenção especial a corrimãos, botões de elevadores e maçanetas, já que a transmissão do vírus pode ocorrer a partir do toque em objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Além disso, a entidade sugere que os condomínios ofereçam dispensadores de álcool gel nas áreas de circulação.

Se houver confirmação de infecção por coronavírus em algum morador, a identidade deste deve ser preservada e a Vigilância Epidemiológica de São Paulo deverá ser informada para fornecer as orientações pertinentes.

 

 

O síndico deve comunicar aos demais condôminos sobre a confirmação da doença no condomínio e determinar a intensificação de ações de higiene, limpeza e prevenção.

“A pessoa contaminada ficará em quarentena domiciliar monitorada, expô-la aos demais não ajuda a controlar a disseminação do vírus”, afirma o presidente da AABIC, José Roberto Graiche Júnior.

 

 

A associação também destaca que os condomínios devem repensar as rotinas de trabalho, com a criação de horários alternativos para reduzir o trânsito de funcionários e, quando for possível, incentivar o trabalho remoto (home office).

E em hipótese alguma limitar suas ações de comunicação a grupos específicos de pessoas ou etnias. ”Essas atitudes são consideradas eticamente condenáveis e até ilegais, configurando preconceito e xenofobia”, afirmou Graiche Júnior.

 

Condomínios contra o coronavírus

  • Intensificar ações de higiene na entrada, em corrimões, maçanetas e elevadores;
  • Deixar álcool gel na entrada e em áreas comuns;
  • Adiar reuniões de condomínio;
  • Não divulgar a identidade de pessoas que estiverem em quarentena;
  • Criar horários alternativos para trabalhadores do condomínio;
  • Incentivar o home office;
  • Não limitar ações de comunicação a grupos específicos.

 

Fonte: Rede Brasil atual

 

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