Condomínio no Ceará une luxo e exclusividade em praia considerada a meca do kitesurf

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Graças aos bons ventos, a Praia do Preá, no Ceará, tem se tornado a meca do kitesurf mundial: velejadores profissionais e amadores dividem espaço com as melhores condições do mundo para a prática do esporte. São oito meses de ventos constantes e paisagens paradisíacas.

De olho no potencial construtivo da região, o empresário Alexandre Villas, sócio da Lopes Imóvel A – que já planejou, executou e comercializou diversos produtos imobiliários ao longo de 35 anos de carreira, agora se prepara para mais esse novo empreendimento. Atualmente a Imóvel A Luxury Homes está presente em condomínios como Quinta da Baroneza, Fazenda da Grama, Fazenda Boa Vista, Trancoso Terravista, entre outros. Mas a paixão e envolvimento pessoal, nos últimos tempos, é com o Ceará, que vive um momento de crescimento do kitesurf e do turismo de segunda residência, nacional e internacional.

A uma curta distância de apenas 200 metros do mar e com convênio permanente com o Rancho do Kite, a mais famosa e bem equipada escola de kitesurf do mundo, a novidade na Praia do Preá é o condomínio Villa Valentina, de apenas quatro casas de alto padrão. Entre as comodidades, os proprietários contarão com serviços de guarda de equipamentos, escola e suporte para downwinds, além de restaurante e o novo beach club, recém-inaugurado no Rancho do Kite.

projeto arquitetônico é assinado pelo arquiteto chileno radicado no Ceará, Francisco Navarrete, e a curadoria e design de interiores é da artista plástica e decoradora Barbara Koboldt. Cada casa terá uma piscina com deck privativo, área social integrada e cozinha gourmet. O paisagismo é assinado por Nicia Bormann, professora titular da Universidade Federal do Ceará (UFCE).

O condomínio contará com tratamento e captação própria de água, tratamento de esgoto ecológico, projeto de sustentabilidade e certificação socioambiental.

As casas terão três suítes, 350 m² privativos e estarão num condomínio com mais de 3.000 m² de terreno, junto ao Rancho do Peixe e a Praça das Carnaúbas. Para Alexandre Villas, “não daria para iniciar um projeto como esse nos dias de hoje, sem priorizar todas as condições sustentáveis. Cuidados com a água e gasto de energia, por exemplo, são fundamentais para o sucesso de um empreendimento desse porte”, afirma.

“A arquitetura das casas foi pensada para aproveitar ao máximo os ventos locais e a incidência de luz natural, diminuindo assim o consumo de energia, de ar-condicionado e iluminação. Além disso, a casa tem estação de tratamento de águas cinzas e negras, não poluindo o lençol freático”, confirma o arquiteto Francisco Navarrete.

As residências contarão com administração, check-in e check-out para hóspedes e serviços de limpeza, cozinheira e baby-sitter disponíveis via concierge para moradores, proprietários e hóspedes. Todas as unidades terão ar-condicionado nas suítes e na área social, cozinha gourmet, piscina privativa com raia e uma área de convívio e paisagismo.

A execução da construção está a cargo da RA Construtora, do espanhol Ricardo Arias, que foi escolhida por seu histórico de boas obras em área de praia, com projetos entregues desde a Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte, até Barra Grande, no Piauí, e que atualmente conduz projetos importantes na região.

“É uma construtora que cumpre prazos e tem processos construtivos de alta qualidade e tecnologia”, afirma Alexandre Villas, incorporador que concebeu o empreendimento para ter ali sua própria casa, depois de tantos negócios pensados e comercializados a clientes e amigos. “Esta será a minha casa, e não poderia ser diferente daquilo que pensamos para nossos clientes: o melhor em arquitetura, qualidade e atendimento”.

Para desenvolver este projeto singular, que visa atender uma demanda em rápido crescimento, formou-se em torno do Villa Vallentina uma parceria que une amigos conscientes do potencial da região. Além de Villas, estão Kiko Compagno, com trajetória em grandes corporações como Ernst&Young, e Guilherme Vergani, executivo da área financeira com passagem por grandes empresas. Todos eles amantes do kitesurf e da natureza.

“Todos os materiais são locais. Prevalece o uso de três espécies de madeiras, cada uma para uma função diferente: Ipê, Timburana e Eucalipto. As cores e texturas combinam muito bem entre si. Além das madeiras, as paredes rebocadas têm uma textura que não é lisa, feita apenas dando um acabamento especial ao reboco.

Por fora as casas são de uma cor terracota que foi escolhida com cuidado em sintonia com a curadoria dos empreendedores e para combinar com as madeiras, os jardins, e evitar o desbotamento com o sol, que é muito intenso no Ceará.

O piso do andar térreo é de grandes pedras naturais irregulares, que dão um caráter descontraído e fresco para a casa, e foram uma exigência de Alexandre Villas, por sua experiência com este material, em outros projetos. Por fim, no primeiro andar projetei pisos de cimento queimado tingido de cor areia, aproveitando a especialidade da construtora RA neste tema. Dei especial cuidado para as esquadrias e áreas molhadas, que têm uma linguagem ao mesmo tempo regional e contemporânea.”, explica o arquiteto Francisco Navarrete.

“A premissa do projeto foi fazer um conjunto de casas de praia tipicamente cearenses, com uma linguagem local e contemporânea, inseridas em jardins com vegetação do bioma do Nordeste. As casas estão protegidas do sol, são muito ventiladas, com interiores que se integram totalmente com o exterior, e espaços cobertos e abertos onde estender redes e disfrutar do tempo e das vistas para o jardim. Adicionalmente, cada uma das quatro casas conta uma piscina”, completa.

Para o espanhol Ricardo Arias, proprietário da RA Construtora, parceira do projeto, um dos maiores desafios do empreendimento é o prazo: apenas 10 meses para concluir as quatro residências. Criada em 2017, a empresa é especializada em casas sustentáveis na praia. “hoje somos mais de 150 profissionais, com atuação em diversas localidades do Nordeste, como Ceará, Natal e Piauí”.

Arias revela que a designer de interiores Bárbara Koboldt participa do projeto desde o início, dando palpite, inclusive, na escolha dos revestimentos e matérias-primas do empreendimento. “Gosto de misturar estilos quando decoro. Transito entre o clássico, o moderno e o garimpo em galerias, brechós e lojas de artesãos – que me guiam pra definir o estilo.”, explica ela. “Buscamos valorizar fibras naturais e o artesanato regional, assim conseguimos transmitir a rusticidade inerente ao local sem perder o conforto.”

Bárbara afirma que o ideal é que as casas sejam customizadas pelos compradores. “Porque a alma da pessoa que mora na casa precisa estar presente para imprimir seus sentimentos. A parte afetiva e aquilo que significa um objeto, uma cor, uma obra, tem que estar alinhado com a alma do morador. Nesse aspecto, acho que minha formação em psicanálise clínica ajuda um pouco.”

Fonte: Casa Vogue

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