Condomínio de Ananindeua é investigado por descumprir medidas contra covid-19

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Condomínio de Ananindeua é investigado por descumprir medidas

O Ministério Público do Estado solicitou ao Condomínio Residencial “Fit Coqueiro 2”, localizado na rodovia Mario Covas, em Ananindeua, que apresente informações sobre as medidas administrativas tomadas no espaço condominial, para evitar a propagação do covid-19.

O órgão agiu após uma denúncia de moradores informando que no condomínio vários moradores contaminados não tomam as medidas de segurança. A administração do condomínio tem 48h para apresentar as medidas.

 

 

No documento o 2º promotor de Justiça de Ananindeua, Eduardo José Falesi do Nascimento, solicita também sejam enviados os registros de condôminos que, eventualmente, estejam colocando em risco a saúde e a própria vida de outros moradores, por conta do não cumprimento das regras de distanciamento e isolamento social.

A Promotoria também pediu que a vigilância sanitária do município faça uma inspeção em todo o condomínio.

“Queremos seja verificado se realmente estão sendo adotadas medidas preventivas efetivas de combate à covid-19 por parte da administração condominial. Um relatório deve ser enviado à promotoria de justiça para análise”, frisa Eduardo Falesi.

 

 

A medida foi tomada pelo Ministério Público do Estado após instauração de “Notícia de fato” pela Promotoria de Ananindeua.

Moradores do condomínio narraram que o primeiro caso da covid-19 no município ocorreu no Residencial Fit Coqueiro 2. Após isso, o vírus avançou pela comunidade, que possui 900 apartamentos, divididos em blocos.

 

 

Segundo consta das reclamações apresentadas, moradores suspeitos de estarem infectados utilizam as áreas comuns do condomínio, tais como, elevadores, escadas, hall de entrada, bem como as demais áreas, normalmente, sem o devido resguardo do isolamento social obrigatório pela legislação.

Essa circulação nessas áreas ocorre sem a utilização de máscaras de proteção, contribuindo ainda mais para a disseminação do vírus na comunidade.

Os denunciantes apontam que existem no condomínio um número expressivo de pessoas do grupo de risco, como idosos e pessoas com comorbidades.

 

 

Foi relatado que a administração, bem como o síndico, já estão cientes da situação, mas disseram não conseguir realizar a contenção por não possuírem “poder de polícia”.

 

Fonte: Diário Online

 

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