Alerta para economia de água na pré-estiagem de 2018

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O ano de 2017 foi considerado como extremamente quente e seco e o segundo ano mais quente desde 1931, segundo o climatologista Álvaro Silva. Com a falta de chuvas, o chamado déficit hidrológico acaba pressionando a favor do aumento do custo de energia. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) constantemente alerta a respeito do excesso no consumo de água em todo o Brasil. Sob variações em tempos de estiagem por região, o brasileiro ainda não se deu conta de que precisa mudar seus hábitos diários sobre como tem utilizado água em sua residência.

Estados como Goiás e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal, são apenas algumas regiões que já decretaram estado de emergência por falta de água. E, com a chegada do outono e inverno, a previsão é de que as chuvas demorem a retornar. Conscientização ambiental da população sobre os gastos com a água e racionamento estão na lista de todos que correm o risco de passar por uma grave crise por falta dela. Um plano emergencial precisa ser adotado em todo o país.

Amilton Saraiva é especialista em condomínios da GS Terceirização e indica alguns procedimentos para economia de água.

  • Em vez de lavar a área externa e a calçada da empresa, do prédio ou da casa, apenas varra;
  • Em ambientes internos, utilize um aspirador de pó e pano úmido;
  • Em vez de usar a mangueira, um balde que limita o uso da água, ajuda na economia, entre outras tantas medidas;
  • Coletar a água que sai do chuveiro antes de aquecida em um balde e depois utilizá-la no vaso sanitário ou para lavar as sacadas;
  • Pode-se também colocar uma garrafa de 600ml cheia de água dentro da caixa acoplada para economizar água nas descargas.

Segundo Amilton, os condomínios também podem adotar alguma medida de captação de água da chuva ou reaproveitamento da água já utilizada, visto que o condomínio já possui um reservatório que capta a água da chuva. No entanto, é preciso fazer uma análise dessa água, do ponto de vista bacteriológico, para verificar a possibilidade de utilização da mesma.

– Depois, é só providenciar uma bomba para bombear essa água, e utilizá-la para lavar e regar as áreas comuns. Assim, evita-se o desperdício, o risco de doenças e ainda contribuímos para o meio ambiente – ensina o especialista.

MUDE SUA FORMA DE USAR A ÁGUA

Banhos – O chuveiro é um dos eletrodomésticos que mais usam energia elétrica e pode ser um vilão para suas contas no inverno. Procure tomar banhos de até cinco minutos. Evite colocar o chuveiro na potência máxima, o que aumenta o gasto em 30%.

Roupa atrás da geladeira – Nunca utilize a grade traseira para secar roupas ou calçados, pois o motor do aparelho não foi feito para isso e vai desperdiçar energia.

Lavadora de roupas – Procure usar na capacidade máxima indicada no manual; assim, você poupa água e energia elétrica. Não adianta ter uma lavadora de 10 litros se você só consegue secar seis de cada vez. Mais uma dica: já que a roupa não fica tão suja no frio, opte por programas de lavagens mais curtos. Também reaproveite a água da lavagem para lavar áreas ou calçadas.

Secador de cabelo – Para quem também usa chapinha e babyliss, esses aparelhos consomem bastante energia. Procure secar bem o cabelo com a toalha antes de usá-los.

Higiene – Feche sempre a torneira quando for escovar os dentes ou fazer a barba. Só reabra quando for necessário.

Louça – Deixe pratos e talheres de molho antes de lavá-los.

Rega de plantas – Regue jardins e gramados entre as 7 e 8 horas da manhã e após as 7 horas da noite, o que evita o excesso de evaporação e mais gastos.

Fonte: Pleno News.

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